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10 de abril de 2021

Dedicada à Redução de Custos na Mina e Planta

Me chamo Flávia Adriana da Silva Reis Costa, 40 anos, casada, dona de casa, mãe de 3 e operadora de equipamentos pesados

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Me chamo Flávia Adriana da Silva Reis Costa, 40 anos, casada, dona de casa, mãe de 3 e operadora de equipamentos pesados (caminhão). Natural de Santaluz, tenho formação Técnica em Mineração pela rede CETEP. Não tive exemplos de familiares na minha profissão, porém sempre admirei as mulheres que atuam “fora da caixa”, em profissões não comuns, foi então que resolvi fazer parte desse grupo também. Com 8 anos de experiência na atividade, procuro desenvolver meu trabalho dentro dos padrões de segurança e operacional, enfatizando dessa maneira o meu crescimento profissional e pessoal, e como resultado contribuindo para o crescimento da empresa em termos de produção. A minha atividade tem como objetivo transportar minério e estéril das frentes de desenvolvimento, lavra e dos pátios de estoques para seus respectivos destinos, britador e bota-foras, operando com máquinas e equipamentos de tal forma que alcance a máxima produtividade, cumprindo as normas regulamentadoras do meio ambiente, segurança e saúde ocupacional. Procuro aplicar no meu campo de trabalho as orientações que são passadas para a equipe através de treinamentos, reciclagens e consultorias. Recebo retorno da minha liderança em relação ao meu trabalho, e sou grata por serem feedbacks positivos e isso contribui para o desenvolvimento da atividade. Nem sempre é fácil, as vezes me deparo com algumas situações dificultosas, mas nada que uma conversa direta com meu líder não resolva. A comunicação no meu setor de trabalho é algo extremamente necessário para todos os controles, sejam eles diretamente da produção/ operação ou manutenções corretivas ou preventivas, dessa forma conseguimos atingir os objetivos como um todo.

Um conselho que dou para todas as mulheres é que façam o que gostem, trabalhe com o que gostem. A familiarização com nossa profissão nos garante sucesso, e não há nada melhor do que fazer o que se ama.

Flávia Adriana, operadora de caminhão.

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