Beadell atinge quarto melhor trimestre da história na mina Tucano

A Beadell anunciou a produção de 48.739 mil onças de ouro no último trimestre de 2017 (4T2017) na mina Tucano, localizada em Pedra Branca do Amapari, no Amapá. O índice é 15% superior ao do mesmo período em 2016 e representa o quarto melhor trimestre dos últimos quatro anos.

O volume anual foi de 129.764 mil onças de ouro, contra 145.870 em 2016. O minério lavrado – Run of Mine (ROM) – obteve níveis recordes, de aproximadamente 10 mil onças de ouro contido. Para 2018, a previsão é que sejam produzidas entre 145 e 155 mil onças de ouro.

As vendas de ouro totalizaram 45.351 onças no período, a um preço médio de US$ 1.278,00/onça, fechando 2017 com 128.342 de onças, a US$ 1.259,00. O custo médio operacional foi de US$ 851 por onça de ouro, enquanto o custo global (AISC) alcançou US$ 933/onça, redução de 27% e 26%, respectivamente, em relação ao terceiro trimestre. A melhoria no AISC se deu graças ao acesso a minérios de maior teor, segundo a mineradora, resultando em significativos aumentos em vendas, chegando ao fim do ano de acordo com o orçamento.

No 4T, foram extraídas 1.184.112 toneladas de minério e o volume de 2017 foi de 3.017.666 toneladas, aumento de 27% e 3%, respectivamente, em relação aos mesmos períodos do ano anterior.

A empresa segue otimista com o resultado, fruto das melhorias implementadas e do trabalho de otimização na mina para recuperar os índices de produção.

Apesar de o volume registrado ser 11% inferior ao de 2016, os últimos meses representaram uma guinada e terão reflexos ainda maiores no próximo ano, afirma a Beadell.

Em meados de 2018, a Beadell espera a conclusão do projeto de atualização da planta, que segue de acordo com o cronograma e orçamento previstos, e permitirá que a mina Tucano seja totalmente otimizada, proporcionando ainda aumento nas recuperações (previstas em 93%) e um perfil de produção de ouro estável, com fluxo de caixa mais consistente. Em conjunto com a atualização, a empresa iniciou uma análise detalhada para otimização de custos, na medida em que a mina se torna mais eficiente. A companhia também iniciou estudos que contemplam um aumento de taxas de mineração para 2019.

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