Rafael Levati Montagnoli, Analista Mecânico na Rio Deserto, concorre na premiação com o projeto “Recuperação do eixo da cabeça de corte do minerador contínuo”

1.   O que motivou apresentar um projeto para concorrer ao 22° Prêmio de Excelência da Indústria Minero Metalúrgico Brasileira?

A importância nacional do prêmio no setor minero-metalúrgico instigou a equipe do Programa de Inovação e Qualidade (PIQ), da Rio Deserto. Além de dispor o estudo realizado nos cases de melhorias e otimização de processo, o objetivo é a troca de experiências e técnicas com os demais trabalhos do ramo.

O projeto desenvolvido é de grande impacto no setor financeiro da empresa e, como visto durante o processo de pesquisa, não era realizado no Brasil. Hoje, com o investimento e estudos aplicados, tornou-se um processo viável. Com a execução, análise e acompanhamento dos resultados, os colaboradores estão preparados para transmitir o conhecimento no Prêmio de Excelência da Indústria Minero Metalúrgico Brasileira.

2.   Qual a importância profissional de desenvolver projetos na mina e na planta para a mineradora na qual trabalha?

O projeto desenvolvido é resultado de fatores vivenciados no dia a dia e em acompanhamento aos valores da empresa, principalmente em se tratando de inovação. Por meio de programas internos, a Rio Deserto incentiva os colaboradores a proporem soluções e a otimizarem processos. A ação garante experiência e troca de conhecimento, desenvolvendo o lado profissional e técnico dos colaboradores.

3.   Como avalia trocar experiências em um evento de apresentação de projetos realizados pelas mineradoras?

Com a imensidão do Brasil, o desenvolvimento na extração mineral atingiu intensidades diferentes em cada área do país, resultando em modos de processamento distintos entre as regiões. O cenário, portanto, é um estimulante para a troca de informações e cultura entre colaboradores e empresas.

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