PA Gold retoma Projeto Sertão em Faína com investimentode R$ 25 milhões e foco em lavra subterrânea
A PA Gold planeja uma operação majoritariamente subterrânea. Segundo o diretor geral, a escolha metodológica reflete uma adaptação às características do corpo mineral e a busca por melhores práticas. “A principal mudança será o método de lavra. Enquanto hoje operamos com sublevel stoping (método de mineração subterrânea para corpos de minério íngremes e de forma regular) em nossa operação no Mato Grosso – Mina Paraíba, na Mina Sertão utilizaremos o método de câmaras e pilares”, explica Paulo Vítor.
A expectativa da companhia é que a mina inicie sua operação com cerca de 300 mil onças de reserva, o que garantiria um Life of Mine (LoM) inicial de seis anos. Entretanto, o otimismo da diretoria aponta para um horizonte muito mais amplo. “Temos clareza de que todos os alvos satélites vão nos permitir o alcance de um LoM superior a 10 anos”, projeta o executivo. Em termos de custos, a meta é manter a competitividade global, com um AISC (All-In Sustaining Cost) projetado em torno de US$ 1.700 por onça, valor muito próximo ao já praticado no Complexo Paraíba, no Mato Grosso.
A expectativa da companhia é que a mina inicie sua operação com cerca de 300 mil onças de reserva, o que garantiria um Life of Mine (LoM) inicial de seis anos. Entretanto, o otimismo da diretoria aponta para um horizonte muito mais amplo. “Temos clareza de que todos os alvos satélites vão nos permitir o alcance de um LoM superior a 10 anos”, projeta o executivo. Em termos de custos, a meta é manter a competitividade global, com um AISC (All-In Sustaining Cost) projetado em torno de US$ 1.700 por onça, valor muito próximo ao já praticado no Complexo Paraíba, no Mato Grosso.
SUSTENTABILIDADE
A chegada da PA Gold em Faina não se limita à engenharia. Há um forte componente de governança socioambiental. Seguindo o modelo implementado no Mato Grosso, onde a mineradora recircula cerca de 90% da água utilizada no processo, o Projeto Sertão nasce sob a égide da otimização de recursos. “Seguiremos o melhor padrão possível, priorizando sempre a recirculação e o reaproveitamento do recurso hídrico. O Complexo Sertão seguirá rigorosamente os mesmos padrões de excelência que já aplicamos hoje”, garante Paulo Vítor.
Além da gestão ambiental, o compromisso com o desenvolvimento regional já se reflete no quadro de funcionários. Atualmente, 90% da equipe de exploração contratada é oriunda da própria região de Faina. Para o diretor geral, essa é uma premissa inegociável da companhia. “Enxergamos no Projeto Sertão uma oportunidade valiosa para reforçar nossa missão de criar valor tanto para a sociedade quanto para o negócio. Nosso foco é maximizar o desenvolvimento de recursos humanos e físicos na região”, destaca.
RUMO AO FIRST GOLD POUR
O cronograma da PA Gold é meticuloso. Entre 2028 e 2029, a empresa planeja iniciar a construção da planta metalúrgica, com os estudos de fluxograma e metodologias de tratamento de minério sendo refinados ao longo dos próximos anos de sondagem. O estado de Goiás, segundo o diretor, oferece o cenário ideal para essa expansão. “O estado tem uma vocação mineradora muito forte e está bem preparado para apoiar negócios nesse setor. Isso facilita significativamente todo o processo de implementação e operação”, destaca.
Com o início da produção previsto para a virada da década (2030-2031), o Projeto Sertão será a peça-chave para a PA Gold atingir sua meta institucional de 150 mil onças anuais.




