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21 de outubro de 2021

Gabriela: As mulheres já ocupam 50% dos cargos de liderança

“A área de Soluções para Mineração na BASF foi o início da minha carreira profissional: entrei como estagiária quando tinha 22 anos. Na época, estava cursando o 5º ano de Engenharia Bioquímica na Universidade de São Paulo (campus Lorena), e fiquei surpresa quando recebi a notícia de que havia passado no processo seletivo, pois era uma área um pouco diferente do meu curso. Digo que fui escolhida pela Mineração. Tive medo no início, mas como diz meu pai: “quando se escolhe a Engenharia, se abre um mundo de possibilidades”.

Já na BASF, como estagiária, tive a oportunidade de vislumbrar o que é trabalhar na maior indústria química do mundo. Tive líderes e colegas que me acolheram e me ensinaram com muita paciência, e ali, dentre diversas atividades desempenhadas, descobri o mundo da síntese orgânica aplicada à Flotação. Foi um divisor de águas, pois já no fim do estágio, decidi seguir com o Mestrado voltado para a área de síntese de novos materiais na USP.

Após alguns meses, já em 2014, voltei para a BASF, mas desta vez como colaboradora. O foco era o desenvolvimento de reagentes para Flotação, e a aplicação de floculantes e coagulantes, reagentes para gerenciamento de barragens, auxiliares de filtração e aglomerantes orgânicos. O desenvolvimento sempre me chamou a atenção, a liberdade de criar, de procurar o que é novo, o que resolve o problema. Meu foco está ali. E a BASF me abriu portas para isso, me permitiu trabalhar com pessoas qualificadas, com foco no cliente, no negócio, e principalmente, nas próprias pessoas. Já passei por algumas posições na BASF, e hoje sou responsável pelo desenvolvimento global de flotação de fosfato, nióbio e minério de ferro, que me permite ter contato com outras culturas, e promover o crescimento desta área globalmente e das pessoas envolvidas.

Em relação à igualdade de gênero, desde o início até agora, vi muitas mudanças positivas, não apenas na BASF, mas na indústria no geral. Acredito que o mais difícil e mais importante é a mudança cultural, pois o preconceito está na raiz da nossa sociedade, mas com tempo e paciência, presenciaremos muitos acontecimentos. Na área de Mineração na América do Sul as mulheres ocupam 50% dos cargos de liderança, e esse é apenas o início.

Hoje estou cursando um MBA na área de Relações Internacionais, para complementar a atuação que tenho hoje, pelo contato com especialistas da BASF de outros países e outras culturas. Em meu histórico BASF passei por 6 posições até então, de estagiária até desenvolvedora global de flotação de fosfato, nióbio e minério de ferro.”

Gabriela Budemberg

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