Projeto Serrote adquire equipamentos e avança em seu processo de instalação em AL

O Projeto Serrote da Mineração Vale Verde (MVV) avança mais uma etapa em seu processo de instalação no município de Craíbas, região Agreste de Alagoas.

A MVV selecionou a FLSmidth para o fornecimento do sistema de moagem do projeto, que inclui o moinho de bolas (11MW), hidrociclones e bombas da moagem. O anúncio ocorreu no escritório da MVV em Belo Horizonte (MG).

Os equipamentos são fundamentais para a cadeia produtiva do Projeto, que terá capacidade para processar aproximadamente 4 milhões de t de minério de cobre por ano e inclui, além da moagem, etapas de britagem, flotação e filtragem.

De acordo com o gerente-geral da MVV, Tony Lima, o prazo para fornecimento do sistema de moagem é de 14 meses. “É um grande marco para o projeto esta aquisição dos primeiros e maiores equipamentos da nossa planta de beneficiamento. Estamos felizes em firmar esta grande parceria com a FLSmidth, um dos mais renomados fornecedores do setor”, destaca.

Com a compra dos equipamentos, a empresa segue com as atividades de preparação para construção. O investimento previsto para instalação do projeto Serrote é de aproximadamente R$ 700 milhões e a previsão é de geração de até 1.200 empregos diretos e indiretos durante o pico da construção em 2020.

Localizada a 150 km de distância da capital alagoana, a MVV é considerada pelo governo do Estado como um marco na geração de renda e no desenvolvimento da região Agreste de Alagoas.

 

 

2 comentários em “Projeto Serrote adquire equipamentos e avança em seu processo de instalação em AL

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  • 30 de abril de 2019 em 23:06
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    Olá! Me dirijo a vocês com indignação, repúdio e angústia em respeito a MVV,não a alguém que criou,cria expectativa, e sonho de um dia ter seu emprego, seja por intermédio de indicação,especulação ou outro,que falou as vezes sem intenção, há!,conheço um vereador tal,ou alguém que e meu amigo e trabalha lá, vou pedir pra ele me dar uma força,achando que e assim,porque e assim!!! Porém por cartas marcadas;
    De um Morador, próximo da *MVV*.

    Meu contato aqui,e para expressar minha imensa insatisfação e indignação,em respeito ao que vcs falaram nos inícios das reuniões. Falaram,que toda e qualquer empresa que viesse a prestar serviços a mineradora(terceirizadas), seria sempre da região,priorizando sempre mão de obra local. E vcs bestam que não são, empondo várias exigências de capacitação para ajudante de pedreiro,mesmo pra quem tem,para assim a pessoa perder as esperanças, e desistir deichando assim o caminho livre e limpo pra vcs fazerem o que quiser.
    A mineração em si,não tem obrigação escrita,mais vocês mesmo falaram que se comprometeram com o governador e o prefeito, a gerar emprego e renda para as regiões vizinhas, e a cidade. Eo que está acontecendo e totalmente ao contrário. Tendo em vista que uma das contratadas *’Rlins’* que e de maceio, não local nem próximo, trabalhando com pouquíssimos trabalhadores da região e essa tal *Geoagro*, que só pucha gente pra trabalhar por intermédio de amizades, e bajulações,(especulações) que estão trabalhando, passam pela gente na estrada numa carreira;, e a *MVV* com muitas, várias exigências, exemplo;: impondo,exigindo certificação,mesmo alguns tendo cursos e experiências pra exercer serviços de mão de obras!, serviços de pedreiros e serventes,aí e rir e muito da nossa cara. Porque, que vocês não facilitam a entrada de trabalhadores mais próximos?, país de família que estão passando as vezes por necessidades, e a MVV não tem culpa, nem obrigação,mais pelo que vinham nos mostrando,mostra-nos ser uma empresa ética,entao a gente vendo vocês trazer trabalhadores,de outras cidades, e até municípios mais longes e indignante, aí vem o *Marcos* responsável pela área da informação tipo intermediador, falando que ninguém entra lá por *indicação*!!! Me poupe!!!! Porque sabemos que aí nesse início, notadamente está várias pessoas indicadas a dedos e dessa forma!!! Falta de respeito com a gente,pior ainda a gente ver ônibus passando de manhã e a tarde,com os trabalhadores “do local” *so que não!!!!*, então minha reclamação e indignação e com vocês (MVV)!!!,não com alguém,que tinha esperança, e criou em sua mente fantasias,sonhando um dia em trabalhar,conseguir sua renda próximo de casa, vendo essa oportunidade, mais o que esperar-mos de uma empresa que está no local,sabendo que 70% da população não tem estudos,ou não sabe ler nem escrever, passaremos conviver possivelmente,com um futuro obscuro, porque aqui nunca foi fácil, mais sempre teve luta, e agora passar a conviver com incertezas que niguém saberá ao certo,se perderá ou não sua tranquilidade, pacata de anos de vidas,que está mais certo a perder; nossas casas vir aparecer problemas de rachaduras e algo mais,quem nos auxiliará? Complicado…

    Não vejo o porquê de tanta exigência em capacitação,pra obras!!!, Ok!,concordo que haja para os trabalhos especificos da sede administrativa, de outras áreas mais específicas,manutenção de barragem, (que era a area que eu teria interesse de faser cursos e me capacitar profissionalmente), mais para obras, todos nós aqui sabemos o que é o serviço!!! Então parem de ser caras de paus, e enxerguem, e cumpram o que prometeram!!!
    Nós exigimos,pois vocês que vieram nos tirar toda nossa tranquilidade!!! O mínimo que deveriam fazer,era direcionar 85% de todo serviço pra todas as 12,14 regiões mais próximas e mais afetadas,depois de toda essa seleção sim abrir vagas pra fora!!!

    Irei anexar essa mensagem e salvar, vou compartilhar pra que ela rode o Brasil inteiro com fé em Deus, pra que alguém do poder tenha conhecimento e venham até aqui pesquisar essa situação desastrosa que aqui esta se passando!!!

    Tenham bravura e etica, e divulguem em reuniões públicas esse texto com explicação,que mudo 15% o meu conceito em respeito a MVV nesse tema.
    (…)

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