Em menos de uma semana a mineração enfrentou três acidentes, um conflito e ainda espera por resgate na Nova Zelândia

Nova Zelândia

Após explosão de gás na mina de carvão da companhia Pike River no dia 19 de novembro, na costa oeste da ilha do sul da Nova Zelândia, as chances de encontrar os trabalhadores com vida diminuem com falhas e problemas no resgate.

O acidente aconteceu às 15:30 (horário local) da sexta-feira e supõe-se que os mineiros estejam a 150 m da superfície, porém a mais de 2,5 km da entrada da mina, sob um túnel que passa embaixo da cordilheira de Paparoa.

Devido à presença de gases tóxicos e inflamáveis, o resgate é extremamente perigoso ao ponto de ter sido interrompido até a manhã do dia 21, porque temiam novas explosões. Dentre os desaparecidos estão 24 neozelandeses, dois britânicos, dois australianos e um sul-africano com idades entre 17 e 62 anos. Nenhum tipo de contato foi conseguido entre as equipes de resgate e os trabalhadores.

Suriname

Na noite do dia 20 de novembro, após o desmoronamento de um paredão de terra de 20 m de altura, sete mineiros clandestinos morreram em consequência do acidente no Suriname, em um território de concessão pertencente a Surgold, empresa conjunta entre a Newmont e a Suriname Aluminum Company (Suralco), a cerca de 150 km da capital Paramaribo. Apesar das mortes, três pessoas conseguiram escapar ilesas do desabamento na mina de ouro, enquanto outras duas ficaram feridas.

China

Foram resgatados com vida no dia 22 de novembro os 29 mineiros que estavam presos há um dia, após inundação na mina de carvão Batian, na província chinesa de Sichuan.

O acidente ocorreu dois dias depois de oito pessoas terem morrido e 48 ficarem feridas após conflitos em disputa entre os contratistas de duas minas de carvão próximas pelos recursos das reservas na província chinesa de Yunnan.

Fonte: Padrão

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