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População local veta nova mina de cobre no Peru

A Monterrico Metals, uma empresa júnior listada na bolsa de Londres e controlada pela Zijin Consortium, da China, planeja construir uma gigantesca mina de cobre em Rio Blanco, na fronteira do Peru com Equador, ao custo estimado de US$ 1,4 bilhão. Mas para isso terá de enfrentar a resistência da população local, pois trata-se de uma região de florestas e ambientalistas. ONGs e a igreja católica local se mobilizam fortemente contra a realização do projeto. Um plebiscito não oficial organizado nos três distritos afetados pelo empreendimento registrou 17.971 votos contrários e 984 a favor. O fato mostra um sentimento que se alastra pela América Latina contra grandes projetos que, segundo críticos de várias correntes políticas e sociais, “trazem poucos benefícios às comunidades locais”.

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Revisão de contratos de mineração no Congo sob suspeita

Ao término da última guerra no Congo, em 2003, o governo de transição assinou uma série de contratos com empresas estrangeiras, repassando concessões sobre largas extensões de terra para exploração mineral a “preços de banana”. É o que diz o novo presidente Joseph Kabila, escolhido pelo voto após 40 anos sem eleições multi-partidárias no país. Ele anunciou em abril passado a revisão de todos os contratos vigentes, mas as esperanças de um processo transparente desvaneceram quando os trabalhos foram entregues a uma comissão sem a fiscalização do parlamento. O setor mineral do país já é controlado por uma elite que cerca Kabila, muitos, por sinal, oriundos da província de Katanga, rica em recursos minerais.

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Os problemas do boom mineral na Austrália Ocidental

Na Austrália Ocidental, as empresas mineradoras e de consultoria estão esvaziando os órgãos governamentais ligados à mineração ao atrair pessoal técnico com oferta de salários dobrados. Esse fenômeno está atrasando a tramitação de processos, os quais dependem de equipes experientes para avaliação. Estima-se a existência de 18 mil processos ligados à mineração pendentes atualmente em toda a Austrália.

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ABN AMRO antecipa fim da alta das commodities, após 67 meses

Relatório da instituição financeira aponta que há fortes indicadores de que a alta das commodities de mineração, que já dura 67 meses, pode ter atingido o pico e começa finalmente a ceder – embora assinale que o novo piso terá ainda preços atraentes e acima da média histórica do mercado. O relatório também prevê uma super-oferta de níquel nos próximos dois anos, o mesmo acontecendo com o cobre até o período de 2011. O ouro, platina, paládio e ferro deverão sustentar os seus preços mais algum tempo, segundo o relatório.

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