Sempertrans formaliza acordo com Shaw Almex

A Sempertrans, do segmento de correias transportadoras do Grupo Semperit, intensificou suas atividades
na América do Norte. Junto a Shaw Almex Industries, fornecedora de prensas industriais e de vulcanização, a
Sempertrans formalizou um acordo para operar naquele continente.
A empresa está sediada em Atlanta, Geórgia, Estados Unidos, com representantes de venda e engenharia
localizados em toda a América do Norte. “Nos últimos anos, temos estabelecido com sucesso nossas vendas e atividades de marketing nos EUA, Canadá e México. Através da parceria com a Shaw Almex, ganhamos potencial de crescimento a longo prazo, no segundo maior mercado mundial de correias transportadoras”, comentou Boris Illetschko, gerente-geral da Sempertrans.
A demanda estimada de correias transportadoras, incluindo investimentos de reposição na América do Norte,
é de aproximadamente US$ 640 milhões. “Mesmo no ambiente de mercado atualmente muito desafi ador,
vamos expandir ainda mais nossa participação de mercado com nossos produtos tecnicamente avançados e de alta qualidade, com uma relação preço-desempenho competitiva e a agora com cobertura de mercado e
know how da Shaw Almex”, acrescenta Boris.
A Sempertrans participou da instalação da correia transportadora aérea de 7,5 km, projetada pela Agudio, na
fábrica de cimento de Barroso (MG), da LafargeHolcim, que já se encontra em operação.

Fonte: Redação MM

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Construção de reatores pode impulsionar produção de urânio

Só este ano 22 usinas nucleares serão construídas no mundo, de acordo com a GlobalData, em um relatório publicado recentemente. Isso adicionará capacidade instalada de 22.444 MW, estimulando também a produção de urânio.
Segundo o instituto, em 2020 é esperado um aumento de produção de urânio a uma taxa anual de 4,3%,
para 76.493 t. A China tem oito usinas em construção com capacidade total de ser instalada de 8.510 MW. Atrás dela, vem o Japão, com quatro (3.598 MW), e Coreia do Sul e Rússia com dois reatores com capacidade de 2.680 MW e 2.199 MW, respectivamente.
“A maior expansão da capacidade nuclear está prevista para ocorrer na China, Índia, Rússia e Coreia do Sul
nos próximos dois anos, até 2018. Os Estados Unidos deverá manter-se como o principal produtor de energia nuclear a curto prazo”, informa o relatório da GlobalData.
Enquanto isso, no Brasil, a Eletronuclear está preparando para este ano a retomada dos trabalhos de montagem da usina Angra III, que tem como interessadas uma empresa chinesa e outra francesa.

Fonte: Redação MM

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Peru recupera extração de ouro no país

A Sociedade de Comércio Exterior do Peru (ComexPerú) destacou a recuperação da produção de ouro no país,
observando que as medidas tomadas pelo executivo para aumentar o investimento e permitir a exploração
ajudaram na expansão.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, no período de janeiro a novembro de 2016, a produção de ouro
teve aumento de 4,46% em relação ao mesmo período de 2015, com cerca de 140,5 milhões de gramas fi nas.
Desde 2015 o Peru tem se posicionado como o sexto maior produtor de ouro no mundo (cerca de 5% da oferta global).

Fonte: Redação MM

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Governo argentino espera dobrar o investimento em mineração

A Argentina trabalha em um projeto de lei para atrair empresas do setor de mineração. O plano teve longo período de negociação com os governos provinciais. O objetivo é relançar projetos e investimentos na área em todo o país.
A ferramenta central desta política é um projeto de lei para estabelecer um novo marco regulatório, padronizando a legislação nacional e provincial para dar estabilidade fiscal aos investidores, evitar confl itos com os governos locais e obter apoio das comunidades onde a atividade ocorre.
O objetivo da Argentina é alcançar nos próximos oito anos investimentos de US$ 25 bilhões em mineração.
Em 2016, os trabalhos da atividade de mineração tiveram 80 mil empregos diretos e indiretos, mas o governo
acredita que o índice pode dobrar com incentivos. A Câmara Argentina de Empresas de Mineração (CAEM)
pretende chegar a 130.000 postos de trabalho até 2021.

Fonte: Redação MM

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Exportações cresceram 2,1% em 2016

O setor de mineração teve superávit comercial de US$ 18,1 bilhões em 2016, representando crescimento de
2,1% em relação ao ano anterior. O resultado das exportações de bens minerais ficou em US$ 36,6 bilhões
e das importações, US$ 18,5 bilhões. A informação e da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação
Mineral (SGM) do Ministério de Minas e Energia, e abrange a mineração (indústria extrativa, sem petróleo e
gás) e a indústria da transformação mineral (metálicos, não metálicos e compostos químicos).
As exportações do setor mineral participaram com cerca de 20% do total das exportações da balança comercial
brasileira em 2016. Os embarques de minério de ferro, principal item de venda no exterior, aumentaram
2,1%, passando de 366,2 milhões de t em 2015 para 374 milhões de t ano passado. Entretanto, a receita
gerada com essas vendas recuou 5,6%. As exportações de minério de ferro representaram 76% do total da
mineração; 36% do setor mineral e 7,2% das exportações brasileiras, em 2016.
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