Alcoa comemora 8 anos em Juruti (PA)

Quem passou por Juruti há dez anos e voltar agora ao município perceberá que a cidade mudou. Além de figurar entre os municípios que têm a vantagem de receber os royalties e impostos gerados pela atividade minerária, a cidade, do oeste do Pará, obteve avanços que concretizam o crescimento local, como é o caso dos indicadores de educação. Em Juruti, a Alcoa, companhia líder global dos segmentos de bauxita, alumina e alumínio, mantém uma de suas mais promissoras minas de bauxita. A empresa iniciou suas operações com capacidade inicial de produção de 2,6 milhões de t/ano e já superou 6 milhões de t/ano exclusivamente por meio de sua excelência operacional.
A Alcoa avança diariamente na superação dos desafios de mercado e a mina de Juruti é parte importante da estratégia de negócios da companhia. “A empresa tem um sólido histórico de respeito pelas comunidades onde opera.

Mais do que produzir bauxita de qualidade, nestes oito anos em Juruti, buscamos minerar com excelência e isso significa produzir minério de alta qualidade aliada a contribuições concretas ao desenvolvimento social e econômico na região”, declara Brett Hodges, diretor da mina.

Desde a chegada da Alcoa, quase 8 mil profissionais já foram certificados pela escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) de Juruti. São cerca de mil alunos por ano sendo qualificados no município, que tem o privilégio de manter uma unidade do Senai como resultado dos investimentos voluntários da empresa denominado Agenda Positiva. A escola de Juruti está entre as 15 unidades do Senai no Pará.

Entre 2006 e 2017, o Senai Juruti promoveu 414 turmas de cursos profissionalizantes. Nos programas de formação de Operadores e Operadoras, e de Manutenção (PFO e PFM), parte dos estudantes é contratada pela Alcoa, com 54,6% de aproveitamento dos formandos. Os cursos do PFO e PFM, inclusive, têm sido uma das principais portas de entrada na companhia, garantindo os altos índices de mão de obra local. Dos 1.589 funcionários diretos e indiretos, 87% são paraenses, dos quais 44% tem registro de nascimento em Juruti.

Desde a chegada da Alcoa, Juruti tem experimentado expressivo desenvolvimento, como pode ser verificado pelo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que passou de 0,389 para 0,592, segundo a última pesquisa realizada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/2010). O índice de analfabetismo reduziu-se e, segundo o Instituto Nacional de Estudos e

Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), o volume de matrículas no ensino médio passou de 474 para 2.542, o que significa um aumento de 436%.

Entre os projetos de educação desenvolvidos voluntariamente na região, têm destaque iniciativas do Instituto Alcoa, a exemplo do Programa Educação Comunitária Ambiental (Ecoa). Mais de 43 mil alunos já foram beneficiados, e cerca de 450 professores certificados em cursos de formação em educação ambiental no Brasil. Além do programa, o Instituto Alcoa estimula o trabalho voluntário entre seus empregados e investe em projetos comunitários. Entre os anos de 2006 e 2017, o Instituto Alcoa apoiou mais de 60 projetos na área de educação.

Todos os investimentos do Instituto Alcoa têm caráter voluntário e são adicionais às ações de compensação legal. Além de manter um Conselho de Relações Comunitárias, com representantes de organizações públicas e civis que ajudam a identificar as principais demandas da comunidade e a priorizar os projetos comunitários, periodicamente, a companhia promove o Painel Comunitário, que apresenta publicamente o balanço de resultados das iniciativas do Instituto. Juruti se prepara para o próximo Painel, que será realizado em outubro.

Além disso, por meio da Agenda Positiva, a Alcoa já destinou R$ 474 mil na construção de 16 salas de aula em oito escolas da rede municipal. O próximo passo é o repasse de R$ 1 milhão para aquisição de equipamentos para os laboratórios dos cursos de Engenharia de Minas e Agronomia do campus Juruti da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA). A Alcoa também doará terreno com área de 203 mil m² para funcionamento de campo experimental do curso de agronomia, assim como futuras expansões do campus da universidade, que está em construção em Juruti.

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