Dedicada à Redução de Custos, Aumento de Produtividade e Manutenção Industrial na Mina e na Planta
Dedicated to Cost Reduction, Productivity, Industrial Maintenance at the Mine and Plant
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A mineração brasileira aquece suas turbinas e se prepara para o Brasil 2018 - 2022
Segundo Cristiano Romero, em sua coluna no jornal  Valor,  “os  números  do  boletim  Focus,  do  BC, mostram  que o mercado está projetando mais uma rodada de desaceleração  da  atividade  econômica.  Antes mesmo  da crise  política,  a  mediana  das  expectativas  colhidas  pelo Focus já previa um arrefecimento da atividade, mas, depois da crise, essa percepção se intensificou”.
 
Por outro lado, destacou ele, “sabe-se que as expectativas do mercado estão sob controle - o que significa dizer que os agentes confiam no trabalho do BC - quando as projeções para dois anos à frente apontam o IPCA na meta ou em torno dela. Para 2018 e 2019, a mediana das opiniões colhidas pelo Focus prevê inflação de 4,25%. Para 2020 e 2021, 4% respectivamente. É verdade que a redução da meta de 2019 para 4,25% (até 2018 será de 4,5%) e da de 2020 para 4% ajudou a melhorar ainda mais as 
expectativas”.
 
E enfatizou Romero: “Além da queda acelerada da inflação e das expectativas amplamente favoráveis, o balanço de pagamentos  se  mostra  absolutamente  administrável.  Nos  12  meses  até maio, o país registrou déficit em conta corrente de US$ 18,1 bilhões (ou 0,96% do PIB) e ingresso líquido de investimento estrangeiro direto (IED) de US$ 80,7 bilhões, ou seja, o saldo de IED é  mais  que  suficiente  para  cobrir  o  déficit.  Em outras  palavras, mesmo com o país enfrentando turbulência que pode derrubar o presidente da República, uma crise cambial está fora do radar”.
 
Sendo a Mineração, por sua própria natureza, uma atividade de médio ou longo prazos, neste cenário acima destacado, faz todo sentido reunirmos e reorganizarmos nossas forças e, conhecendo e valorizando nossas vitórias, nos prepararmos para o Brasil 2019 - 2022 que se avizinha, no qual novos governos - federal e estaduais  -  “banhados  pelas  urnas”,  deverão  promover  um crescimento mais expressivo da nossa economia.
 
É neste contexto que vejo com satisfação que a mineração brasileira  está  viva,  atuante,  debatendo  seus desafios  e  planejando seu futuro: e o seu dinamismo está forte!
 
Exemplifico  este  dinamismo  citando,  por  exemplo,  que  somente nos últimos três meses, ou seja, de maio de 2017 para cá, tivemos, entre outros: a) em Belo Horizonte (MG), dias 9 e 10 de maio de 2017, com expressiva participação de dirigentes e profissionais da mineração e divulgando resultados concretos e men-
suráveis, o “VIII Workshop de Redução de Custos na Mina e Planta”,  com  realização  da  revista  Minérios  & Minerales; (b)  também  em  Belo  Horizonte,  teve  lugar,  no  dia  25  de maio deste ano, reunião do Conselho Empresarial de Mineração e Siderurgia da Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas), debatendo, no quarto dia útil após a publicação da Portaria Nº 70.389, de 17 de maio de 2017, as barragens de mineração, com maciça presença de autoridades e mineradores de todo o Brasil, tendo sido expositores o diretor da DIFIS do DNPM, geólogo WLins Arcoverde, e o geólogo Luiz Paniago Neves, coordenador da DIFIS do referido DNPM; (c) a Câmara de Comércio Brasil Canadá (CCBC), na capital mineira, retomou os trabalhos de sua Comissão de Mineração, coordena-da agora por Paulo Misk, presidente da Largo Resources no Brasil,  realização  esta  que  contou  com  a  distinguida  presença  do Embaixador do Canadá no Brasil, Riccardo Savone, e maciça participação de presidentes e diretores das empresas de mineração brasileiras de capital canadense; (d) por seu turno, o German Mining Network e a Câmara de Comércio Brasil Alemanha, também em Belo Horizonte, realizaram o 2º Seminário Brasil-Alemanha de Mineração e Recursos Minerais, no dia 22 de junho de 2017, muito concorrido; (e) em Brasília, a Agência para o Desenvolvimento Tecnológico da Indústria Mineral Brasileira (Adimb), realizou o VII Encontro de Executivos de Exploração Mineral - A Agenda Mineral Brasileira, dias 29 e 30 de junho de 2017, com público recorde; (f) e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia realizou  o  Bahia  Mineral  2017:  Construindo  a  Política  Mineral  da Bahia, dia 12 de julho de 2017, em Salvador (BA), com expressiva participação de autoridades e empresários do setor mineral.
 
E  vem  aí,  em  setembro  do  corrente  ano,  o  17º  Congresso Brasileiro de Mineração e a Exposibram 2017. Por seu turno, os dirigentes da mineração brasileira no governo federal - secretário de  Geologia,  Mineração  e Transformação  Mineral,  diretor-geral do DNPM e presidente da CPRM - prosseguiram com suas ações com vistas à dinamização da mineração no País e à atração de investimentos para a indústria.
 
Como podemos ver, reina um dinamismo extremamente interessante  na  mineração  brasileira,  o  qual, certamente,  deverá render frutos a curto, médio e longo prazos.
 
Vamos em frente!


quarta-feira, 19 de julho de 2017
Fonte: Revista Minérios & Minerales
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