Dedicada à Redução de Custos, Aumento de Produtividade e Manutenção Industrial na Mina e na Planta
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A mais eficiente mina subterrânea de minério de ferro
Com 4 km de comprimento, 80 m de largura e profundidade de 1.400 m, Kiruna, da LKAB, no norte da Suécia, dentro do Círculo Polar Ártico, é a maior e mais moderna mina de minério de ferro subterrânea do mundo. A exploração no local começou a mais de 100 anos atrás, mas apenas um terço do corpo da mina foi extraído.
 
 
Uma extensa infraestrutura foi implantada no local para atender a produção, que gira em torno de 27,5 milhões t/ano de minério de ferro. A operação atualmente emprega 1.800 pessoas, das quais 400 trabalham na mina.
 
 
O minério extraído de Kiruna é magnetita, com 60% de ferro. A mina é dividida em oito áreas de produção, cada uma contendo sua própria passagem de minério e sistemas de ventilação. O minério é extraído usando o método sublevel caving - com subníveis espaçados em 28,5 m um do outro, verticalmente. O rendimento
por desmonte com explosivos é ao redor 8.500 t.
 
 
O nível principal de transporte em Kiruna situa-se a uma profundidade de 1.045 m. Sete trens de 500 t de capacidade cada, controlados a partir do nível de 775 m, transportam o minério até uma das quatro estações de britagem na superfície.
 
 
Os equipamentos de perfuração, LHDs e trens, com controle remoto, são amplamente utilizados. Após a detonação, as máquinas de carga e descarga (algumas das quais totalmente automatizadas) transportam o minério extraído, abastecem automaticamente os comboios de trem que operam no nível de 1.045 m.
 
 
Em 2013, a LKAB comissionou um sistema de transporte a uma profundidade de 1.365 m. Nesse caso, o
minério é transportado através de comboios controlados remotamente para a planta de britagem. O material é então içado à superfície na profundidade aproximada de 1,4 km, verticalmente, em dois estágios. Por conta disso, a extração passou a ser realizada em mais duas áreas de produção.
 
 
Após a britagem primária, o minério é processado no complexo de Kiruna em uma planta de triagem, dois concentradores e duas plantas de pelotização.
 
 
Depois, os produtos são transportados por via férrea para os portos de Narvik (Noruega) ou Lulea (Suécia) para embarque.


terça-feira, 14 de fevereiro de 2017
Fonte: Revista Minérios & Minerales
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